Troika flexível, mas só para os bancos

(Imagem roubada daqui)

O Económico notícia que a “Troika flexibiliza plano para recapitalizar banca nacional“. Trocando por miúdos, isto quer dizer que os bancos terão um prazo alargado para cumprirem com as metas em termos de capital impostas pela Troika.

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Empresas sociopatas

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Esta história da engenharia financeira usada como forma de fugir aos impostos afigura-se-me como qualquer coisa fundamentalmente injusta. Afinal, se os lucros são obtidos num determinado local, sob um conjunto de regras de negócio previamente estabelecidas, usufruindo dos recursos humanos e materiais desse local, apenas seria justo que esses impostos fossem pagos no sitio onde os lucros são gerados.

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Papandreou quer referendar plano

Há poucos minutos a Bloomberg noticiou que George Papandreou, primeiro ministro grego, defende que o novo empréstimo e o default controlado de 50%, terão de ser submetidos a um referendo.

Parece que as horas extraordinárias da última Quarta poderão não ter servido para nada.

Aguardam-se desenvolvimentos.

Porque não criar um novo banco?

Os nossos bancos desde o inicio que recusam aceder ao dinheiro da ajuda externa. O motivo é simples, os senhores da banca não admitem que o estado interfira nos seus negócios e isto até é compreensível, o mestre não pede conselhos ao aprendiz. Neste momento os bancos estão a fazer render o peixe de modo a obterem o dinheiro da forma mais vantajosa possível, mantendo os políticos à distância.

Entretanto temos a economia parada à mingua de crédito:

Extraído do Boletim do Banco de Portugal, pag 44 - Outono de 2011 (clique para aumentar)

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