Os bancos não são pessoas de bem: Os documentos HSBC

Inúmeros documentos foram obtidos pela imprensa no que constitui uma das maiores fugas de informação do sector bancário. As histórias começaram ontem a ser publicadas por vários jornais, entre eles o The Guardian.

Nestes documentos contam-se histórias de fraude, de más práticas, de planeamento e ajuda à fuga aos impostos, enfim, de crimes contra os cidadãos.

Por exemplo, um banco subsidiário do HSBC tinha práticas tão edificantes como as seguinte:

  • Permitia aos clientes levantarem enormes quantidades de dinheiro sem fazer qualquer tipo de controlo;
  • Nos seus materiais de marketing anunciava a fuga aos impostos como serviço prestado;
  • Aceitava manter contas escondidas das autoridades tributárias;
  • Aceitava criar contas para criminosos internacionais.

O link que faço neste artigo é apenas a peça inicial sobre mais este escândalo, nos próximos dias ficaremos a saber mais.

Os bancos não são pessoas de bem: Credit Suisse acusado de fraude nos Estados Unidos

  • Data: 2014-12-26 12:29
  • Fonte: Público
  • Autor: José Manuel Rocha
Banco cometeu irregularidades na venda de produtos financeiros e arrisca penalizações de 10 mil milhões de dólares O banco Credit Suisse arrisca pagar multas e indemnizações a clientes no valor de 10 mil milhões de dólares (cerca de 8200 milhões de euros), no âmbito de uma acção que corre nos tribunais de Nova Iorque e em que a instituição é acusada de fraude na venda de produtos financeiros tóxicos antes da recessão de 2008/2009.

Pode ler no Público: Credit Suisse acusado de fraude nos Estados Unidos Cache

Os bancos não são pessoas de bem: 5 bancos multados em 4250 milhões de dólares

Mais um escândalo no mercado de divisas que não chegará às primeiras páginas dos jornais nacionais, não será discutido e sobre o qual os comentadores não comentarão…

Edição: notícia no “The Guardian”.

Os políticos enganam os cidadãos

A lei da limitação dos mandatos foi vendida desta forma:

2005-04-08-Público-Primeira_página

Governo aprovou limitação de todos os mandatos políticos – Público – 8 de Ablil de 2005

Ou

O governo liderado por José Sócrates aprovou a lei que limita a duração dos mandatos para cargos políticos a um máximo de 12 anos ou três mandatos consecutivos. Aqui se incluem primeiro-ministro, autarcas e presidentes dos governos regionais. – TVI24 8 de Abril de 2005

Sem ambiguidades foi anunciado que os dinossauros seriam extintos em breve. Todos sabem qual foi a decisão do Tribunal Constitucional sobre este assunto: passamos a ter dinossauros itinerantes.

O maior problema nesta questão é a facilidade com que os políticos enganam os cidadãos (propositadamente ou por simples incompetência). Esta é apenas mais uma instância em que os cidadãos são burlados pelos políticos.