Granadeiro Formula 1

Ainda bem que temos tão bons gestores, ainda no dia 30 era enviado um comunicado à CMVM que tranquilizava os investidores:

Agora, a administração da empresa veio reafirmar que se trata mesmo de um investimento de curto-prazo, com 847 milhões de euros, do total de 897 milhões, a vencerem já a 15 de Julho, enquanto os restantes 50 milhões vencem a 17 de Julho. Os investidores reagiram positivamente ao comunicado, uma vez que as datas em que vence o papel comercial são realmente próximas, tranquilizando, assim, quanto à capacidade de cumprimento.

Parece que, menos de um mês depois, Granadeiro perdeu a sinecura e a PT vai tentar lutar pelas migalhas com os outros credores do GES…

Banco de Portugal, registo de competência

Multa de 4 milhões a Rendeiro pode estar parcialmente prescrita Cache

  • Data: 2014-03-12 07:30
  • Fonte: Expresso
  • Autor: Rui Gustavo
Defesa do banqueiro recorreu da decisão do Banco de Portugal. Argumentação do do presidente do BPP é semelhante à que Jardim Gonçalves usou para escapar a multa de um milhão de euros no caso BCP. O Tribunal de Santarém, especializado em questões de concorrência e regulação – já tem em mãos o recurso de João Rendeiro, fundador do Banco Privado Português, multado em quatro milhões de euros pelo Banco de Portugal por várias ilegalidades quando geria a instituição financeira. No recurso, a defesa do banqueiro alega que parte das irregularidades que levaram à condenação já estão prescritas.

Processo BCP que prescreveu esteve mais de cinco anos no Banco de Portugal Cache

  • Data: 2014-03-13 09:47
  • Fonte: Sol
  • Autor: Redacção
O Conselho Superior da Magistratura explicou hoje que o procedimento contra-ordenacional, visando dirigentes do BCP, declarado prescrito quanto a Jardim Gonçalves, esteve cinco anos e cinco meses no Banco de Portugal, antes de ser remetido para os tribunais.

Oliveira Costa pede prescrição no caso BPN Cache

  • Data: 2014-03-15 09:00
  • Fonte: Expresso
  • Autor: Anabela Campos E Isabel Vicente
Depois de Jardim Gonçalves e João Rendeiro, o fundador do BPN e outros arguidos no caso do Banco Insular também pediram a prescrição parcial das contraordenações, aplicadas pelo Banco de Portugal e que estão em julgamento.

It’s good to be the king… Tribunal dá razão a Jardim Gonçalves e deixa cair condenação do Banco de Portugal

  • Data: 2014-03-07 15:11
  • Fonte: Público
  • Autor: Cristina Ferreira
Em causa estão acusações de prestação de informação falsa e de falsificação de contas do BCP ao longo de vários anos. O Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa considerou prescritas as várias condenações decretadas pelo Banco de Portugal (BdP) ao ex-presidente do BCP, Jorge Jardim Gonçalves, enquanto o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou as contra-ordenações da CMVM a seis ex-administradores da sua equipa, incluindo o próprio fundador, mas, neste caso, reduziu-lhe para metade [500 mil euros] a coima aplicada.

Leia no link seguinte o artigo completo: Tribunal dá razão a Jardim Gonçalves e deixa cair condenação do Banco de Portugal Cache

Constitucional rejeita último recurso e obriga António Costa a entregar documentos ao PÚBLICO

  • Data: 2014-03-06 08:43
  • Fonte: Público
  • Autor: José António Cerejo
Ao fim de quatro acções perdidas em tribunal e de dois anos e meio de recusas, Câmara de Lisboa vai ter de cumprir a lei e entregar documentos onde se avaliava as práticas seguidas nas adjudicações de obras municipais. A conferência de juízes da 3.ª Secção do Tribunal Constitucional (TC) rejeitou por unanimidade um recurso apresentado em Setembro pelo município de Lisboa contra uma decisão anterior do TC.

Leia no link seguinte o artigo completo: Constitucional rejeita último recurso e obriga António Costa a entregar documentos ao PÚBLICO Cache

Porque motivo entendem os políticos não serem sujeitos aos escrutínio dos cidadãos em todas as ocasiões?

Parcerias Público-Privadas revelaram um “Estado fraco”

O artigo do Público não constitui nenhuma novidade. O que mais impressão me deixou foi este ter aparecido no Público às 7:39 e, às 9:30, já não constar da primeira página do jornal (na Internet).

Edição: O artigo voltou a aparecer com algum destaque no site do público. Ainda bem!

  • Data: 2014-01-27 07:39
  • Fonte: Público
  • Autor: Sofia Rodrigues
Deputado relator da comissão de inquérito às PPP escreveu um livro sobre estes contratos que mostram “o porquê” do resgate. As Parcerias Público-Privadas rodoviárias foram feitas por “pressão política” e foram um “instrumento de propaganda de diversos Governos” que revelam um “Estado fraco”, escreve Sérgio Azevedo, deputado do PSD e relator da comissão de inquérito sobre a matéria. As fortes críticas à utilização das PPP em Portugal nos últimos anos constam de um livro que é apresentado na próxima quarta-feira, em Lisboa.

Leia no link seguinte o artigo completo: Parcerias Público-Privadas revelaram um “Estado fraco” Cache

Falácias e mentiras sobre pensões

  • Data: 2014-01-13 02:36
  • Fonte: Público
  • Autor: Bagão Felix
A ideologia punitiva sobre os mais velhos prossegue entre um muro de indiferença, um biombo de manipulação, uma ausência de reflexão colectiva e uma tecnocracia gélida.

Escreveu Jean Cocteau: “Uma garrafa de vinho meio vazia está meio cheia. Mas uma meia mentira nunca será uma meia verdade”. Veio-me à memória esta frase a propósito das meias mentiras e falácias que o tema pensões alimenta. Eis (apenas) algumas:

1. “As pensões e salários pagos pelo Estado ultrapassam os 70% da despesa pública, logo é aí que se tem que cortar”. O número está, desde logo, errado: são 42,2% (OE 2014).

Leia no link seguinte o artigo completo: Falácias e mentiras sobre pensões Cache.

Os políticos enganam os cidadãos

A lei da limitação dos mandatos foi vendida desta forma:

2005-04-08-Público-Primeira_página

Governo aprovou limitação de todos os mandatos políticos – Público – 8 de Ablil de 2005

Ou

O governo liderado por José Sócrates aprovou a lei que limita a duração dos mandatos para cargos políticos a um máximo de 12 anos ou três mandatos consecutivos. Aqui se incluem primeiro-ministro, autarcas e presidentes dos governos regionais. – TVI24 8 de Abril de 2005

Sem ambiguidades foi anunciado que os dinossauros seriam extintos em breve. Todos sabem qual foi a decisão do Tribunal Constitucional sobre este assunto: passamos a ter dinossauros itinerantes.

O maior problema nesta questão é a facilidade com que os políticos enganam os cidadãos (propositadamente ou por simples incompetência). Esta é apenas mais uma instância em que os cidadãos são burlados pelos políticos.