Os bancos não são pessoas de bem: Os documentos HSBC

Inúmeros documentos foram obtidos pela imprensa no que constitui uma das maiores fugas de informação do sector bancário. As histórias começaram ontem a ser publicadas por vários jornais, entre eles o The Guardian.

Nestes documentos contam-se histórias de fraude, de más práticas, de planeamento e ajuda à fuga aos impostos, enfim, de crimes contra os cidadãos.

Por exemplo, um banco subsidiário do HSBC tinha práticas tão edificantes como as seguinte:

  • Permitia aos clientes levantarem enormes quantidades de dinheiro sem fazer qualquer tipo de controlo;
  • Nos seus materiais de marketing anunciava a fuga aos impostos como serviço prestado;
  • Aceitava manter contas escondidas das autoridades tributárias;
  • Aceitava criar contas para criminosos internacionais.

O link que faço neste artigo é apenas a peça inicial sobre mais este escândalo, nos próximos dias ficaremos a saber mais.

Os bancos, não só não são pessoas de bem,

como também são imunes à lei, através de chantagem simples. O HSBC que foi condenado a pagar 1400 milhões de multa, não vai ser alvo de acusações de carácter criminal (em inglês). Para os bancos fugir à lei não é mais do que o custo de fazer negócio.