[Roubado desta discussão no reddit.com]
O papa pede radicalidade ante o rejeitar da fé, deja vu:
El Papa pide “radicalidad” cristiana frente al rechazo de la fe
El Papa ha pedido “radicalidad” cristiana frente a lo que considera un “eclipse de Dios, una cierta amnesia y un verdadero rechazo del cristianismo” en la sociedad actual. Ha sido el punto central de su discurso en El Escorial, donde se ha reunido con más de 1.600 jóvenes religiosas y aproximadamente un millar de profesores universitarios durante su segundo día de visita a España en el marco de la Jornada Mundial de la Juventud (JMJ). [El País]
Os meios de comunicação sociais portugueses noticiaram com pouco entusiasmo o protesto contra o levantamento do acampamento de protesto que ainda resistida na Puerta del Sol:
Mais de mil simpatizantes do Movimento 15M iniciaram na noite de quarta-feira, em Madrid, uma marcha rumo às Portas do Sol, em protesto pela polícia ter despejado os seus acampamentos nos últimos dois dias, quando a capital se prepara para a próxima visita do Papa Bento XVI.
[Jornal de Notícias]
O que há de errado nesta imagem?
Os bancos vão ser sem dúvida a nossa perdição. Na ânsia irracional de tentar salvar o que está para além de qualquer possibilidade de salvamento, vamos asfixiar o país ultrapassando todos os limites. Vamos com isto matar a economia e a possibilidade de retoma nos próximos anos.
O problema é termos bancos que estão longe de ser pessoas de bem. Os negócios da esfera privada em Portugal sofrem igualmente com a corrupção generalizada. Os próprios bancos têm critérios de amiguismo e por vezes de algo mais para concederem os créditos. E, finalmente, muitos dos activos inscritos nos livros dos bancos estão avaliados de forma surreal.
O mecanismo que vai governar a nossa perdição é bem simples. Os bancos alavancam o seu capital, como contrapartida disso inscrevem nas suas contas activos sobre avaliados. Por exemplo, imaginem que querem construir um bloco de apartamentos em Lisboa, contraem um empréstimo de 100 milhões de euros e dão como garantia o terreno e os próprios apartamentos. O banco inscreve nas suas contas os 100 milhões dado que estão garantidos. Mas na prática os apartamentos não se vendem, até porque o próprio banco não empresta dinheiro (dado que já não tem crédito ele mesmo) e por isso o empréstimo não é pago. Logo o valor real dos apartamento é zero. Para não assumir estas perdas o banco vai protelar o máximo possível o assumir do problema. Mas, em todo o caso, vai ter de pagar os seus próprios empréstimos. Neste ponto entram os contribuintes, entram os orçamentos rectificativos…
As notícias do passado dia 20, sobre as façanhas do Spider Truman, italiano que decidiu revelar as despesas obscenas dos políticos italianos assim como outras indiscrições (no blog I segreti della casta di Montecitorio), levou-me a pensar no imediato em como seria bom termos portugueses a fazer o mesmo.
O principal problema dos Aranhas em potência é o perigo, bem real, de serem apanhados. Não há métodos 100% seguros, mas podemos descrever formas que, se forem seguidas com cuidado, são muito seguras e, para todos os efeitos, garantem o anonimato do utilizador.
É claro que, não há tecnologia que valha se a pessoa que está a passar a informação falar demais ou se der demasiados pormenores pessoais que a permitam identificar. Este é um problema que ultrapassa a tecnologia e entra no reino do bom senso.
Neste artigo vou mostrar como utilizar a rede Tor. A rede Tor garante o anonimato de quem a utiliza. Para o efeito utiliza várias técnicas que tornam impossível identificar os respectivos utilizadores.
Uma visão do problema grego a ter em conta. É este o sentimento do povo grego e, em grande medida, corresponde à verdade.
via sturdyblog
A propósito deste post.
A verdade é que o PS/D desde à 30 anos que temos a despesa a subir. Não interessa qual é a cor do governo, não interessa a situação económica do país, a despesa sempre a subir e, como vocês repararam, as justificações de ambos os lados são exactamente as mesmas (afinal de contas, as políticas tb não são assim tão diferentes).
Nas palavras dos banqueiros portugueses, os bancos gozam sempre de uma saúde invejável, passam todos os testes e não necessitam de ajuda de ninguém. Só que isso são redondas mentiras. Por exemplo hoje corre o rumor que o bancos portugueses não passaram os testes de stress da Autoridade Bancária Europeia.
Mas as fraquezas dos bancos vêm de muito mais longe, devido fundamentalmente à falta de ética, à ganância e à pouca inteligência dos banqueiros portugueses, bem como à criminosa complacência do regulador. Sintomas do que estou a dizer são: