Demasiado grandes para falharem, demasiado grandes para mudarem

Permitam-me que emita e controle o dinheiro de uma nação e não me importo com quem faz as suas leis ~ Mayer Anselm Rothschild Banqueiro

Depois da Grande Depressão, a actividade dos bancos foi dividida, isolada. Passou a haver bancos dedicados apenas a actividades de comerciais e, completamente separados destes, existiam os bancos de investimento. Com a desregulação essa diferença esbateu-se e com ela surgiram os conflitos de interesses, no fim a ganância ganhou e os cidadãos pagaram a factura.

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Tudo bons rapazes!

Barclays multado por manipulação de mercado. – A multa é ridiculamente pequena, mas serve para mostrar que os bancos não são pessoas de bem.

Os criminosos negam a evidência

A surpresa do governo não condiz com os dados disponíveis o ano passado. É o que dá usar sistemas de fé para governar um país.

A contradição de Bruxelas

O resgate dos bancos espanhóis depende do défice, no entanto o resgate conta para o défice. Lá como cá, cumprir é impossível.

Pequenas Correcções (II)

Ao contrário do que o Pedro Marques Lopes afirma, os bancos podem, sem qualquer problema, falir. O papel do estado nessa circunstância é garantir que o processo decorre sem pânico e circunscrevendo os efeitos secundários o máximo possível.

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Pequenas Correcções (I)

Concordo com o Daniel Oliveira, apenas o montante que ele refere está errado.

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