Ministro das Finanças garante que medida semelhante em Portugal “está fora de questão”

Se o Gaspar diz isto, então é melhor irmos levantar as nossas poupanças…

Alemanha separa bancos comerciais da banca de investimento

Por cá devemos estar à espera de autorização do Ricardo Salgado, ou do Fernando ‘Sensibilidade’ Ulrich. (Ver por que motivo isto é importante aqui.)

Quem é quem no BANIF

O BANIF está insolvente. Mais uma vez se confirma que as relações a finança e a política são promiscuas e pouco claras.

Os islandeses começaram a prender banqueiros?

Lárus Welding assiste à sentença

Parece que sim! (Tradução automática.) Guðmundi Hjaltasyni e Lárus Welding foram condenados a 9 meses de prisão por um negócio de 100 milhões. É certamente pouco tempo, mas é também um começo.

O crime destes senhores foi um crime contra a economia da Islândia, autorizaram empréstimos sem garantias, ignorando a opinião dos avaliadores de risco do próprio banco. Tão simples quanto isto.

Se transpusermos este caso para Portugal, teríamos de prender quase todos os banqueiros nacionais. Os banqueiros nacionais envolveram-se em práticas estéreis para a economia. Guiados pela ganância, pelo amiguismo e pelo lucro rápido e abundante.

Foi prática comum os bancos nacionais emprestarem dinheiro a certos “empresários” para comprarem acções dos próprios bancos por motivos muitas vezes interesseiros (ver o caso de Manuel Fino com a CGD, de Joe Berardo com o BCP, etc) . Os banqueiros usaram estas tácticas para obterem maiores bónus para si próprios, para obterem vantagens tácticas dentro dos próprios bancos, que facilitassem a ascensão ao poder de certos grupos ou interesses, ou então, nas lutas entre bancos. Outra prática comum foi a forma como os pequenos investidores foram pressionados a investir nos próprios bancos, mais uma vez por motivos interesseiros, muitas vezes por gestores de conta apenas interessados em cumprirem objectivos irrealistas.

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Os bancos não são pessoas de bem

Deutsche Bank condenado em Itália por fraude, juntamente com o norte americano JP Morgan Chase, o suíço UBS e o germano-irlandês Depfa, pelo papel desempenhado na venda de produtos financeiros à cidade de Milão. (em inglês)