
Este é o défice menos o juro. É suposto ser uma medida da viabilidade orçamental.

Este é o défice menos o juro. É suposto ser uma medida da viabilidade orçamental.

Acabei de ler uma entrevista surreal a António Ramalho, o presidente das Estradas de Portugal. A entrevista é acerca da chamada “Subconcessão Baixo Alentejo” e da renegociação do respectivo contrato.
Esta subconcessão é mais uma das tão célebres PPPs. Em 31 de Janeiro de 2009 Almerindo Marques (na altura presidente da Estradas de Portugal, entretanto saiu para liderar a Opway, construtora que trabalhava com a Estradas de Portugal…) assinou o contrato de concessão (PDF) por uns módicos 382 milhões de euros.
A subconcessão tem objectivos alargados, que vão desde a manutenção e conservação de vários IPs e ICs, obras profundas de melhoramento em diversas vias e até a construção da auto-estrada Sines/Beja (A26).
O que considero fantástico na entrevista de António Ramalho são passagens como a seguinte:
Na cifra dos 1 100 000 milhões USD. Os EUA deverão pedir resgate?
Dia 5 de Outubro de 2012, a partir das 20h30, o OAL promove a videodifusão da “Celebração dos 50 anos do ESO – Evento especial”.
O programa da transmissão é o seguinte:
No dia 5 basta visitar o seguinte endereço:
O Grupo Liikanen anuncia que vai recomendar à Comissão Europeia a divisão dos bancos entre banca de investimento e comercial. É muito normal que a Comissão faça ouvidos de mercador…
Não é apenas a versão soft apresentada pelo Público: Estados europeus sugerem botão para denunciar conteúdos terroristas na Internet.
Vai muito para além disso. O Público, em vez de citar o El País, podia ter lido o documento (PDF)…
…E há uma coisa que é muito interessante, que é: o PS nunca propôs, com o PSD e com o CDS, um corte nestas rendas, e nós vimos as reuniões na presidência da república e só se fala de solução com aumento dos impostos. Eu não me admiro nada que as pessoas se manifestem depois, à frente da presidência da república, com a desilusão que têm. É que nunca corta na despesa, nunca corta em todos este privilégios que são milhares de milhões de euros e que, se cortados, por exemplo nas PPPs, nos institutos a mais, nessas coisas, até daria para descer os impostos sobre os portugueses e anular o défice.