Está quase, já se diz o óbvio na TV

O mais importante:

…E há uma coisa que é muito interessante, que é: o PS nunca propôs, com o PSD e com o CDS, um corte nestas rendas, e nós vimos as reuniões na presidência da república e só se fala de solução com aumento dos impostos. Eu não me admiro nada que as pessoas se manifestem depois, à frente da presidência da república, com a desilusão que têm. É que nunca corta na despesa, nunca corta em todos este privilégios que são milhares de milhões de euros e que, se cortados, por exemplo nas PPPs, nos institutos a mais, nessas coisas, até daria para descer os impostos sobre os portugueses e anular o défice.

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13 thoughts on “Está quase, já se diz o óbvio na TV

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  2. Lamento mas recuso-me a ver o Mário Crespo. E, sem ter visto a entrevista e arriscando baseado no que já tenho ouvido antes, a mim parece-me que esse Caiado Guerreiro é um especialista em meias-verdades.

    • Um conselho: ouça primeiro, ajuíze e fale depois, pois tem seguramente mais probabilidades de ser mais assertivo … e justo.
      Eu também sou mais um daqueles que hoje está de pé atrás em relação ao Mário Cespo, mas os pressupostos nem sempre nos conduzem a conclusões seguras.

      • Quanto ao Mário Crespo, é uma questão de princípio e de salubridade. Quanto ao Caiado, é também uma questão de prioridades. O tempo é limitado e há que fazer opções.

      • Além do mais, a ajuizar pelos título e texto do post, não me parece que fosse ouvir algo que eu não soubesse já. Do que não gosto é de gente que só conta uma parte da história, como costuma fazer esse senhor, quiçá com segundas intenções.

  3. O caminho mais curto para a redução do défice passa pela renegociação da dívida. Todos sabem que reduzindo os juros da dívida também se reduz o défice.
    Todos sabem que uma parte desta dívida foi provocada pela especulação que enriqueceu alguns sob a protecção das mesmas entidades que formam a troika, nomeadamente o BCE.
    Rasgue-se este pacto entre as troikas externa e interna, renegocei-se a dívida, mudem-se as políticas e acabe-se com o empobrecimento do país e dos portugueses.
    Há alternativas desde que os que as defendam tenham força política para as aplicar.
    Basta de mais de três décadas de bloco central de interesses e de políticas de direita!
    É urgente encontrar um novo rumo!

  4. Uma das análises mais lúcidas sobre o desastre português que já vi em televisão.
    Muito superior ao que já se fez e se disse em muitos senão todos “Prós e Contras” da inútil e caríssima RTP. Pena é que isto só seja acessível a quem tem televisão por cabo pois iluminaria muitas cabeças de cidadãos deste pobre país que poderia ser um óptimo sítio para se viver mas tem sido muito mal governado nos últimos 25 anos pelos partidos que tem alternado no poder.

  5. Caro José Estêvão quer elucidar-nos sobre quais as verdades que estão em falta no comentário do comentador (passe a redundância)?

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