Governo quer limpar balanços dos bancos para “libertar crédito para as empresas”

Que fique bem claro, o estado prefere subsidiar os bancos a criar o tão anunciado banco de fomento… Os bancos, se não estão insolventes emitam muito bem…

  • Data: 2014-03-09 23:46
  • Fonte: Jornal de Negócios
  • Autor: Jornal De Negócios Online
O Ministério da Economia está a preparar uma forma de retirar activos dos bancos, designadamente empréstimos a empresas públicas e imobiliário, como forma de “libertar crédito para as empresas”. A preocupação do Governo é “reanimar e injectar dinamismo na economia”, explica Leonardo Mathias. O secretário de Estado-adjunto da Economia está a preparar “numa forma de transmissão de activos que estão nos bancos, para potenciar a recuperação da economia portuguesa”, revelou Leonardo Mathias ao “Diário Económico”.

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It’s good to be the king… Tribunal dá razão a Jardim Gonçalves e deixa cair condenação do Banco de Portugal

  • Data: 2014-03-07 15:11
  • Fonte: Público
  • Autor: Cristina Ferreira
Em causa estão acusações de prestação de informação falsa e de falsificação de contas do BCP ao longo de vários anos. O Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa considerou prescritas as várias condenações decretadas pelo Banco de Portugal (BdP) ao ex-presidente do BCP, Jorge Jardim Gonçalves, enquanto o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou as contra-ordenações da CMVM a seis ex-administradores da sua equipa, incluindo o próprio fundador, mas, neste caso, reduziu-lhe para metade [500 mil euros] a coima aplicada.

Leia no link seguinte o artigo completo: Tribunal dá razão a Jardim Gonçalves e deixa cair condenação do Banco de Portugal Cache

Os bancos são pessoas de bem?

Vale a pena ler o artigo do José Gomes Ferreira. Os bancos usam todos os esquemas possíveis para não reconhecerem as imparidades nos seus livros:

Após a ameaça, o banco financiador da empresa de construção que tinha integrado no seu património o terreno de Mafra pediu a liquidação da empresa. Mas como sabia que a empresa não tinha meios nem património para pagar a dívida, a administração ordenou que o próprio banco se apresentasse na venda do activo em execução. E o valor que o comprador quis pagar foi – um milhão de euros por um terreno que vale 20 mil euros! Para que a empresa em liquidação entregue esse dinheiro ao banco credor, que o recebe de volta e de caminho fica com um terreno avaliado em milhão de euros a favorecer o seu balanço. Um bem que, como vimos vale apenas 20 mil euros, mas desta forma o banco não tem de reconhecer a perda de 980 mil euros com a falência da empresa. A mesma fonte garante-me que este banco está a usar o expediente em larga escala, em muitos outros casos, no valor de muitas dezenas ou até centenas de milhões de euros.

Quando o fizerem vai-se ver que a maior parte dos bancos estão insolventes.

Banif, sempre com classe

Teodoro Obiang Nguema Mbasogo

Teodoro Obiang Nguema Mbasogo

Guiné Equatorial a caminho de ser accionista do Banif.

O Banif, que antes era considerado o banco do regime na Madeira, passa agora a ter como accionista um dos estados mais pobres do mundo, com um dos presidentes mais ricos. De alguma forma, isto parece fazer sentido.

Os bancos não são pessoas de bem

O HSBC vai pagar 2 mil milhões USD, ou 5 semanas dos seus lucros, para evitar acusações num processo crime de lavagem de dinheiro de um cartel de drogas

HSBC em dificuldades

No dia 16 aparecem notícias a referir uma necessidade de 70 mil milhões GBP, ontem a BBC anuncia que o banco esta a exigir aos clientes que justifiquem o levantamento de dinheiro. Amanhã voltamos a 2008?

O problema é que com um balanço como este não é muito claro como se resgata o HSBC.

Os bancos não são pessoas de bem

JPMorgan-Chase manipulou o mercado, concorda em pagar multa de 410 milhões de dólares (em inglês).

Afinal era um fardo para os contribuintes

Serão os accionistas dos bancos e os credores a pagar por futuras crises bancárias, e não os contribuintes como tem acontecido

Desta notícia do Público.

No mundo bizarro do sistema bancário isto é uma novidade. Os responsáveis europeus, depois de anos a salvar bancos falidos, muitas vezes vítimas de crimes cometidos pelos seus próprios administradores, chegaram à conclusão que os cidadãos têm, de alguma forma, ser protegidos. Óptimo!

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