Tendo em conta como por cá se conduz

o que se devia fazer era a repetição de exames teóricos e práticos todos os anos para revalidar a carta

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2 thoughts on “Tendo em conta como por cá se conduz

  1. Não sei – mas sei que tenho carta há muitos anos e sem acidentes – e apenas me bateram duas vezes e fiz milhares de km incluindo europa fora
    a forma de hoje se obter carta de condução não me agrada pelo que entendo que se devaria “ensinar a conduzir” de outra forma em vez de começar no trânsito infernal que é hoje qualquer cidade onde nada se aprende mesmo com vários “pacotes de lições” e calro que a eficácia podendo ser melhor na minha opinião não daria tanto a ganhar À Escola de Condução
    Ou seja penso que num grande espaço como o do local onde as CM arrumam os carros que apreendem, se poderia aprender sem nenhum trânsito prevendo todas as condições que se encontram no quotidiano desde o piso mohado etc – Depois do candidato de apenas 18 anos (já foi possível apenas com 21 anos como no meu caso mas não adiantará muito no tempo que corre em que a prenda da 4ª classe é um carro) nessa ára protegida e isolada o aluno pode aprender tudo o que é possivel para conhecer a´máquina que tem nas mãos e aprender a dominá-la sem “matar o transeunte” aprendendo o código ao mesmo tempo. Então a partie daí as lições seriam tomadas no trânsito da Cidade e em Estrada com o professor e, entretanto adiar a idade de permissão de conduzir pois que ninguém aos 18 anos tem consciência adulta e não lhe faz mal nenhum andar de transporte público como eu andei, sabendo ver a relação transporte público e privado e comportamentos – ninguém pode, penso eu, ser universitário sem ter a “4ª classe” – Quando vim para lisboa não havia acidentes em Lisboa e nem pensar em matar peões e, hoje, até se matam nas passadeiras, velhos ou novos porque os carros de hoje (ou os meninos) só têm acelerador e desconhecem o TRAVÂO e muito menos a circunstância de se ser novo ou velho e a CIDADE é para o peão e não para o automóvel que tem sempre prioridade ou a toma, não importa bem como – Na SIC ontinuam a falar de “relvas” e lusófona sem afirmar que esta “privada” é alimentada com subsídios que saem do meu IRS (do nosso) e que o senhor da lusófona que se não me engano se demitiu hoje (bem como o reitor que era ainda quando eu aí ensinava) foi “meu director” do urso e o outro, reitor desde quando ?? creio que desde sempre quando foi “criada” – Ninguém assim perderia em nada – só se ganharia na qualidade e consciência do que é conduzir e consequências (mortes na cidade e nas estradas e pessoas com handicape, e gravemente, com vidas mudadas para sempre e sem qualidade que poderiam ter mas se mutilaram a si mesmos) – Não tenho a certeza mas creio que Portugal é o país que mais mortes e acidentes graves tem na ESTRADA – conduzi tantas vezes Lisboa-Paris e Lisboa-Roma e outros lugares – e nunca tive, como repito, acidentes e mesmo em dias terríveis de condução de enxurradas e a chover copiosamente, lisboa-Santarém e lisboa-Évora-Faro em que pensei que — com cuidado ou não o “caso era feio” e tão feio que tive de parar a meio do caminho para não morrer e andei por estrads e nem sempre IP onde se “pode escapar” melhor quando chove muito ou quando, de repente, se atravessa “um vale” depois de curva em que não se percebeu que de repente (com grente fria que deitou granizo com a dimesão de “ovos” nem se sabe o que fazer e a tendência é TRAVAR até como reflexo automático, e não travei, pois era acidente certo e tão grave e inesperado que anos depois vejo o local e situação e o mêdo que tive – como disse nunca tive um acidente – bateram-me de frente uma vez na avª 24 julho e até tive ajuda de Joaquim Mégre que viu a situação e saíu do seu carro para me ajudar – uma 2ª vez a subir o grande declive da rua do século a sair para o Jardim do Principe Real e alguém descuidado fez uma curva não sei como e ao descer nem deu por mim e bateu de frente mas sem grandes danos para mim mas apenas o carro, e ah, esquecia – uma 3ª vez a caminho do Algarve saí de uma estrada ?? para virar para outra perpendicular a esta e recordo que havia “obras” mas sem problema e PAREI no stop pois stop é para parar – Apenas que àquela hora de lusco-fusco da esquerda vinha alguém a velocidade impossível de parar e já tinha percebido que vinha depressa mas. para ser “vista” porque um triângulo separador de trâsito tinha muita erva sêca além de sinal de trânsito, avancei o focinho do carro para ver quem vinha e tinha luz acêsa – Quem vinha nem a minha luz viu e arrombou-me de tal forma que um homem da obra – e o de outro carro que vinha atrás deste e pensou que eu tinha morrido, foi ver e disse que julgava que eu tinha morrido tal o embate (mas no eixo do carro na frente) que o carro ficou inutilizado e eu “escapei” porque bateu no eixo pois que na porta não escaparia pois tudo ficou inutilizado – fiquei tão nervosa que alguém mandou vir o reboque e já nem sei o que fiz depois disto tudo num lucal do pa+ís sem nada nem ninguém – Mas estou aqui, continuo a conduzir e adoro conduzir, mas hoje tenho MÊDO da estrada – MÊDO porque me ultrapassam pela direita e esquerda e como calha, mesmo que mude de faixa (com pisca) à medida que DEVO tomar a faiza mais perto da estrada para onde quero virar – Conduzir não é apenas ter acelerador e um carro que dá 300 Km quando se deve conduzir apenas a 70 ou 120 – não me estou a vangloriar de nada . estou a dizer que o seguro de carro que tenho contra TODOS os risocs, incluindo intempéries, é em cada ano mais caro, tenho “desconto creio que de 40% por não ter acidentes” e tal que há anos a Império me manou um mail gentil pois que me queria “premiar” e lá fui, e pintaram-me o carro que tinha riscos e porta amolgada pelos “vizinhos” que gostam de riscar carros alheios com pregos (??) ++ etc – ainda tenho outra história interessante – antes deste tinha um Y10 – lindo, e poucos dias depois de o adquirir estava ainda a dormir e ouvi um grande estrondo e senti (??) que era no mau Y10 que estava à porta – fui ver e a porta do lado do volante estava encostada à outra porta tal a brutalidade e nem recordo tudo, mas mesmo que quem bateu se tenha identificado, a seguradora dele só me deu carro novo (não quiz arranjar pois que o chassi nunca ficaria direito) e pagei muito pelo carro novo pois o seguro não me deu novo, mesmo que um amigo que Deus levou, advogado, me tenha dito que se eu lhe tivesse tido não pagaria nem um tostão com tal seguro (e outros eguros na mesma seguradora) – fala-se aqui de acidentes e respeito dos outros por nós e o que é nosso ?? Se calhar sou uma azarada, e ando de taxi a maior parte das vezes pois que a cidade não permite ir e estacionar onde se precisa porque o CARRO tomou conta da CIDADE que é, por excelência, prioritária dos PEÔES – mas nem com semáforos que afinal, nem têm muitos anos em Lisboa, mesmo que não me lebre do ano em que foram instados com o “sistema” que se denominava “Gertrudes” – Hoje mata-se na cidade os peões que estão na zebra, ou mesmo nos passeios e são abalroados – educação e civismo precisa-se – e muito – saber ler não basta para quase nada – os livros sempre foram “meus queridos amigos” mas não chega –

  2. Nunca revalidei a carta anualmente – dever-se-ía ensinar como deve ser e noutras condições diferentes do que já foi já que muita coisa mudou

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